Segue o décimo quinto texto publicado no Blogueiras Feministas.
Quarta-feira de cinzas, confesso que fazia tempo que não pulava um carnaval como este, das últimas vezes havia só ido há blocos frequentados por gente mais próxima com a Rosa, por conta de uma culpa materna enorme de ter que ficar com ela 24 horas por dia. Coisa que hoje vem se dissipando e começo a criar alguns mecanismos para não ter esta culpa materna que me rondará até o final da vida.
O fato das mulheres terem papéis definidos junto a sociedade – mesmo com uma pretensa equidade sendo propalada por aí -, como falei algo recorrente é a tal da culpa materna, como já senti isso diversas vezes, como já ouvi amigas falando sobre esta maldita companheira que nos acompanha desde o dia em que o rebento sai da nossa barriga.